Quem não da abre concorrência.

Quem não da abre concorrência.

Meu nome é Moacir tenho hoje tenho 42 anos, negro, cabeça raspada, um e oitenta e dois de altura, oitenta quilos, divorciado, me considero bissexual,  trabalho como segurança, mantenho meu corpo depilado todo liso e em forma não só por conta da profissão, mas porque sempre gostei de malhar.

Fui casado com mulher, mas não deu certo. Sempre curti um cu e para mim não importava de quem fosse seja homem ou mulher na verdade devo confessar que na minha adolescência eu curtia mais os rapazes já que aguentavam meus 18 cm sem reclamar além do boquete e as fodas com eles bem mais intensas. Sempre fui discreto, jeito, voz gostos, na verdade nunca precisei forçar nada sou homem comum como os outros gosto de uma cervejinha, um bar, jogar futebol minha única diferença é que as vezes comia uma amigo que ficava manjando minha rola kkk.

Minha ex era muito bonita, mas tínhamos jeitos personalidades diferentes ela era bem reservada e não gostava dos meus amigos sempre nossa casa, me chamando para sair, futebol era sempre uma discussão e isso vai desgastando o casamento outro problema era a questão do sexo anal que sempre fui fissurado no inicio ela fazia para me agradar, mas a cada dia ela recusava adiava ou parava no meio da transa isso acabava me deixando frustrado e com muito desejo olhando aquelas bundas deliciosas a minha volta ate que acabei traindo minha esposa com um colega de trabalho.

Aquela bundona naquele uniforme azul estava me deixando louco e já fazia um mês que minha esposa não liberava o cuzinho e comecei a reparar que ele olhava muito em direção a minha rola. Um dia estávamos no vestiário nos trocando para iniciar a jornada de trabalho e eu estava muito excitado quando desci a calça a cueca estava quase estourando já que minha esposa tinha me provocado muito com aquela camisolinha deixando a bundinha esposa com um fio dental uma verdadeira tentação, mas como estava chateada por eu ter ido jogar futebol no dia anterior não liberou nem a buceta.

Meu amigo segurança não conseguiu disfarçar quando minha calça caiu ele já arregalou o olho na minha cueca recheada fingi não perceber e em vez de colocar a calça do uniforme como eu fazia sempre resolvi deixa lo admirando mais um pouco e tirei minha camiseta demorando um pouco mais com o pau bem de frente para ele quando finalmente tirei a camiseta ele estava passando a língua nos lábios.  Continuei como se não tivesse percebendo seus olhares e dei uma pegada no meu pau fingindo estar ajeitando o na cueca em seguida passei os dedos por dentro do  elástico “arrumando” a cueca na cintura dando uma leve e rápida abaixada na frente deixando a cabeça momentaneamente para fora ele chegou a passar a mão no rosto e na testa limpando o suor frio que escorria em sua testa. Como um outro segurança chegou também para se trocar vesti logo a calça e então a camisa do uniforme enquanto meu companheiro de trabalho continuou a se vestir também um pouco mais devagar que o normal fui abotoando minha camisa de uniforme puxando um assunto aleatório apenas para que ele ficasse de olho em meu peitoral sendo lentamente escondido por aqueles botões.

Já era tarde da noite e aquele silencio tomava conta do lugar olhei meu colega e la estava ele de olho em minha mala, eu não estava excitado , mas ao perceber seus olhares meu pau começou a dar sinal de vida  e logo estava de barraca armada e nem fiz questão de esconder pelo contrario ficava mexendo com a mão em meu cinto as vezes dando uma coçada ou alisada de leve no pau para chamar mais atenção.

Me deu vontade de ir mijar e notifiquei a ao meu colega de posto avisei aos outros e fui ao banheiro não demorou muito e la estava ele do meu lado no miquitorio. Mijei feito um cavalo fazendo bastante barulho e com muita pressão no mijo e meu amigo não tirava o olho terminei de mijar  dei umas sacolejadas e então passei a fazer movimentos como se estivesse em uma masturbação, mas bem lenta. Novamente ele passou a língua nos lábios olhou para mim voltou a olhar para minha rola olhou para meus olhos novamente então acenei positivamente com a cabeça e ele pegou em meu pau e começou a acariciar meu pau dando leves apertões.

Chamei ele para ir no reservado ele entrou e já se ajoelhou abocanhando todo meu cacete. O cara era um verdadeiro puto conseguiu enfiar todo meu pau ate a garganta segurei sua cabeça algum tempo ate ele começar a engasgar e repetimos algumas vezes chupou mais um pouco, mas como não poderíamos demorar o levantei desci sua calça deixando a mostra aquele bundão negro enorme, ele era um pouco gordinho.

Abri sua bunda dei aquela cuspida passei meu dedo em volta do seu buraco e invadi, ele já deu uma arrepiada e em seguida enfiei outro e fiz vai e vem com mais cuspi e outro ele tremeu todinho e suspirou fundo novamente cheguei com a boca bem perto do seu ouvido e disse:

_ Calma que ainda são só os dedos e mostrei para ele meus três dedos que estavam em seu cu e agora meu pau estava na portinha do seu buraco ele bem safadamente colocou meus dedos na boca e os chupou  e eu cheio de tesão enfiei minha pica a cabeça entrou de uma vez percebendo que ele iria gritar abafei seu grito com uma mão puxei sua cintura para tras empinando sua bunda e enfiei mais meu pau comecei a fazer movimentos de vai e vem cada vez enfiando mais ate sentir minha pélvis tocando sua bunda acelerei pois não tínhamos muito tempo, gosto de aproveitar mais um rabo infelizmente aquele não era o momento.

Cravava fundo meu cacete naquele rabão quente que parecia uma fornalha abafando os gemidos de meu colega com a boca. De repente escutamos a porta do banheiro se abrir. Fiquei parado com meu pau no atolado no cu do meu colega ele piscava o cu me deixando louco. Escutamos a torneira se abrir, fechar, a toalha de papel ser puxada e por fim a porta do banheiro ser fechada. Tirei quase todo meu pau do cu dele deixando so a cabeça e novamente o invadi repeti e então com movimentos bem rápidos e uma punheta em meu companheiro ele gozou apertando meu cu e eu enchendo seu cu de porra. Ele então chupou mais uma vez meu pau sugando o resto de porra de dentro dele.

 Saímos do reservado e voltamos para nosso posto. Meu amigo tentava ficar serio, mas esboçava um arzinho de contente por ter se satisfeito mesmo que um tanto rápido com minha pica. Algumas horas depois cheguei em casa e minha esposa estava a minha espera toda perfumada com outra de suas camisolas rendadas com uma calcinha fio dental vermelha toda atochada em seu cu e buceta  se oferecendo para mim disse que iria tomar banho primeiro ela já partiu para cima de mim dizendo que me queria daquele jeito, mas como eu tinha gozado mesmo sendo “limpado” pela boca do meu amigo achei melhor não arriscar e insisti no banho e sozinho. Depois do banho trepei feito um louco com minha mulher chupando sua buceta e depois cravando meu cacete nela lembrando do cuzinho apertado do meu amigo.

Acabei me divorciando de minha esposa um mês depois já que depois dessa noite não consegui me segurar mais e literalmente voltei a passar o rodo em quem eu pegava me secando a rola. Embora minha mulher fosse muito cismada com minhas saídas desde o inicio de nosso casamento ate então estava sendo eu estava sendo fiel e por mais que eu estivesse muito satisfeito comendo vários cu’s na rua e chegando cheio de tesão para comer minha esposa  achei por bem não continuar com nosso relacionamento, pois ela já começava a falar em filhos já que nossa relação melhorou um pouco por eu não estar mais insistindo em comer seu cu diminuindo assim as brigas, além de estar mais atento aos meus movimentos o que ela acabava achando que eu estava mais atencioso com ela e também claro nossas transas estarem mais intensas já que eu chegava com muito tesão e creio eu que em uma tentativa de me deixar mais amarrado tambem.

Ela concordou nos separamos amigavelmente e voltou para sua cidade natal, eu continuei aqui curtindo minha vida de solteiro a qual será difícil de sair novamente.

 

Autor: Mrpr2

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