Tesão de pai

Tesão de pai

Meu nome é Marcelino tenho 18 anos e depois de ler vários contos resolvi contar minha historia em forma de um.

Eu sempre fui muito apegado com meu pai, desde sempre. Quando meu pai que na época era pedreiro chegava do trabalho depois de ter trabalhado o dia todo no sol, ao ouvir o portão se abrindo eu saia em disparada ao seu encontro e dava um forte abraço e muitos beijos no seu rosto e pescoço.

_ Heee filhão papai chegou, mas espera um pouco que estou todo suado.

_ E mesmo, mas eu gosto deste cheiro pai.

Dizia eu cheirando o peito e o pescoço de meu pai.

_ kkkk mesmo gosta desse cheiro de macho trabalhador do pai é?

_ Sim, quando crescer vou ser igual ao senhor, macho, trabalhador, forte, cheiroso e grandão!

Meu pai caia na gargalhada não importava quantas vezes ouvia isso, praticamente todos os dias.

_ Marcelinooooo!!!!! Solta já seu pai menino, não esta vendo que ele esta todo sujo, suado, fedendo? E você já tomou banho!

_ Calma amor deixa o menino!

Dizia meu pai se aproximando de minha mãe tentando ganhar um beijo de chegada, mas ela nunca aceitava ele daquela forma.

_ Ai Marcelo sai! Você esta fedendo, grudando de suor, vai tomar um banho vai! Depois te faço um carinho.

Meu pai ia para o banho e eu ia atrás, mas a maioria das vezes antes de eu chegar no banheiro minha mãe me parava.

_ Nada disso moleque você já tomou seu banho agora já para a sala ver tv e larga um pouco da aba do seu pai que ele esta cansado!

Algumas vezes eu conseguia entrar no banheiro antes dela me impedir de entrar e ai era aquela festa. Eu amava ver meu paizão que para mim era enorme nu, com aquele peitoral  forte com pelos no meio do peito, seus braços e pernas também torneados pelo esforço do trabalho, lindo, moreno com os pelos negros e um sorriso de garoto com os dentes branquinhos, não via a hora de me tornar um homem igual meu pai.

 Outra coisa que gostava era de sentar no colo do meu pai nos dois sem camisa, me aconchegava no teu peito sentindo seus pelos fazer cosquinha em minhas costas e ficava sentindo o seu calor, seu cheiro. A medida que fui crescendo minha mãe passou a implicar com esse meu habito dizendo que eu já era um rapaz e não pegava bem eu ficar sentado no colo do meu pai, mas sempre que ela não estava ou estava entretida com outra coisa eu ia para perto do meu pai e pedia “meu lugar” e ele se abria para eu me aconchegar em seu peito.

Fui crescendo sempre junto de meu pai, onde ele ia eu estava atrás. Aprendi a jogar bola, mesmo sem gostar so para acompanha lo nas peladas de domingo. Há como eu gostava de ver meu pai correndo como o vento usando seu calção azul ou o preto ambos curtos e com uma abertura lateral que permitia maior liberdade dos movimentos e também uma melhor visão de suas coxas grossas. Eu era e ainda sou péssimo jogador e sempre era tirado alguns minutos depois do time com a desculpa de revezamento, mas meu interesse era apenas estar com meu pai e algumas vezes nem jogava o importante era que eu estava ali com ele.

O Tempo passou e as coisas entre meu pai e minha mãe era visivelmente cada dia pior, minha mãe sempre queria roupas, calçados, comidas caras, jantar fora sempre que meu pai podia ele nos dava, mas para ela não era suficiente. Quando iniciei o ensino médio ela decidiu trabalhar, disse que precisava de ganhar dinheiro já que meu pai não conseguia sustenta la como deveria e disse isso com essas mesmas palavras o que deixou meu pai com uma cara que fez meu coração partir.

De uma certa forma o emprego fez bem para minha mãe pois ela depois de alguns meses no trabalho passou a ficar com a feição mais alegre chegava sempre com roupas, bijuterias, sapatos novos e comidas caras no segundo ano de trabalho disse que foi promovida e passou a não ter mais uma hora certa para chegar em casa onde acabei aprendendo a cozinhar pois ficava com do de ver meu pai chegar do trabalho com fome e a janta não estar pronta. Nesta época meu pai já não era mais pedreiro e sim mestre de obras mesmo assim o trabalho ainda era pesado.

Ja perto do fim do ano eu que já estava no terceiro ano do ensino médio chego em casa como de costume na hora do almoço e encontro com meu pai sentado na mesa com uma carta na mão, estranhei pois não era para ele estar em casa aquela hora e sim no trabalho.

Me aproximei dei um beijo em sua testa e perguntei o que tinha acontecido porque ele não tinha ido ao trabalho e que carta era aquela que ele olhava com uma cara estranha.

_ Sua mãe! Aquela... aquela... ela se foi meu filho, sua mãe nos abandonou Marcelino!

Disse meu pai dando um soco na mesa, levantou e foi para o banheiro. Ouvi o chuveiro ligar, peguei a carta e nela dizia.

“Marcelo estou te deixando, iria conversar com você pessoalmente, mas acho que assim será melhor, pois evitaremos cenas desagradáveis. Minha intenção era esperar Marcelino se formar, mas as coisas se anteciparam e não poderia deixar esta oportunidade passar, pois já desperdicei quase dezoito anos de minha vida ao seu lado. Você é um bom homem, mas não pode me dar a vida que eu mereço então decidi te deixar e seguir minha vida ao lado de outro Homem. Vou me casar com Helio meu patrão e para isso já deixei os papeis do divorcio prontos basta você assinar e deixar com a secretaria da construtora onde trabalho. Meu futuro marido esta indo a negócios para a Europa e aproveitarei para ir viajar minha primeira viajem e já será para o exterior, para você ver como as coisas ao lado dele será bem diferente da vidinha que você me dava. Deixo o Marcelino a seus cuidados, bom ele já é um homem já pode se virar sozinho apesar de você o mimar tanto. Não me importo com o que vai dizer a ele, se inventar alguma coisa ou dizer a verdade, só espero que nenhum de vocês atrapalhem minha nova vida. Espero que sigam a vida de vocês da melhor forma possível. Ass. Raquel. “

Fiquei em choque por mais que a nossa vida juntos fosse difícil, ela era minha mãe e nem se despediu de mim ou teve a capacidade de conversar com o homem que se esforçou tanto para agrada la por todos aqueles anos.  Fui ao banheiro para ver como meu pai estava, mas a porta estava trancada podia ouvir que ele estava la dentro e achei por bem deixa lo um pouco so com seus pensamentos tentando digerir aquela situação.

Fui fazer o almoço e tentei fazer o melhor que podia no prato que meu pai mais gostava uma deliciosa macarronada com bastante molho e queijo  acompanhado de um frango ao molho. Depois de algum tempo trancado no banheiro meu pai apareceu na cozinha com seu calção de futebol azul enxugando ainda o rosto e os cabelos com a toalha.

_ È meu filho de agora em diante será só nos dois!

_ Que isso pai o senhor ainda esta enxutão, bonitão logo arruma alguém melhor.

_ Não fale assim Marcelino! A Raquel fez o que fez, mas ela nunca deixara de ser sua mãe, além disso, não estou com cabeça para pensar em mulher agora.

_ Desculpe pai.

_ Hum, mas que cheiro gostoso é esse? Não acredito você quem fez essa delicia?

_ Sim, macarronada especialmente para o pai mais maravilhoso do mundo!

Disse dando uma mexida no macarrão me virei meu pai estava atrás de mim dei um abraço apertado nele com aquele cheiro de recém saído do banho cheirando a sabonete nossa que delicia, fui dar um beijo em sua bochecha, mas no movimento rápido acabei dando um selinho em seus lábios o soltei dos laços do meu abraço me afastei um pouco com a cabeça baixa e pedi desculpa bem envergonhado era a primeira vez que aquilo acontecia.

_ Tudo bem filho, foi sem querer. Além disso muitos filhos cumprimentam os pais com selinhos nos e que não temos esse habito. Mas agora eu vou e atacar essa delicia cheirosa e macarronada pois estou faminto!

Também coloquei meu prato e fiquei vendo meu pai todo contente parecendo um menino comendo toda minha macarronada com a cara mais feliz do mundo.

No outro dia  meu pai foi trabalhar normalmente na sua chegada não o recebi com o tradicional abraço e ele me questionou se eu ainda estava encabulado pelo que havia acontecido no dia anterior, apenas abaixei a cabeça meu pai disse que não tinha nada haver e me deu um forte abraço e um selinho fez um cafune em minha cabeça e foi tomar seu banho. Aquilo foi como bom ao mesmo tempo estranho, mas bom.

O tempo foi passando, os meses correndo, completei 18 anos, me formei no ensino médio, passei a procurar emprego  e meu pai e eu nos adaptando a nova vida de pai e filho em casa, e os selinhos de boa chegada e saída se tornaram rotina. Outra coisa que se tornou rotina era eu assistir tv deitado com a cabeça em seu colo, minha mãe havia cortado isso. Meu pai muitas vezes já não fechava mais a porta para mijar ou tomar banho e por diversas vezes eu o pegava nu as vezes com o pau meia bomba outras  ereto nossa que visão aquele homem másculo , peludo com aquele cacete em riste mesmo sendo meu pai me causava algo dentro de mim que eu tinha que me controlar e sair logo dali quando eu ia tomar banho eu tocava varias punhetas pensando nele.

Uma sexta feira meu pai disse que chegaria mais tarde em casa pois se encontraria com alguns amigos pra conversar um pouco.  Nem percebi meu pai chegando quando o vi ele estava na porta do banheiro como eu estava me ensaboando de costas para a porta levei um susto ao perceber sua presença. Meu pai se desculpou e disse que queria apenas usar o banheiro ele estava visivelmente alterado tinha bebido algo que ele não era acostumado, com uma certa dificuldade tirou seu pau para fora e mijou demorou um pouco pois seu pau estava um tanto duro ele ficava olhando para seu pau e para mim eu encabulado me virei de costas para ele e continuei meu banho.

De repente olho para trás e vejo meu pai tirando a roupa ele vem em minha direção e diz:

_ O papai pode tomar banho com você como quando você era pequenino? Mas acho que dessa vez é você que terá que ajudar o pai rsrsrs.

_ Claro pai sem problemas.

 Disse eu começando a ensaboa lo meu api não tirava os olhos de mim, esfreguei seu peito peludo, sua barriga, seus braços fortes,  suas pernas  virei o de costas  e as esfreguei, sua bunda ele então se virou com seu pau duro eu então entreguei o sabonete a ele e ele lavou seu pau com movimentos vagarosos e delicados. Nos enxaguamos então ele olha para mim e disse:

_  Você esqueceu uma coisa.

_Oque?

_ Meu beijo de chegada.

Disse isso e me abraçou e me beijou, não um selinho, mas um beijo quente forte de língua.Fiquei muito excitado, mas lembrei que ele tinha bebido e não queria me aproveitar de uma situação como aquela, levei meu pai para o quarto ajudeio a se secar ele se deitou na cama  eu ia para meu quarto quando ele segurou em minha mão e disse:

_Não, não vá fique aqui! Durma comigo hoje.

_ Deitei ao seu lado ele logo adormeceu eu demorei um pouco contemplando aquele belo corpo másculo nu a centímetros do meu, mas nada fiz.

Acordo no outro dia com meu pai fazendo carinhos em meu rosto.

_ Desculpa, te acordei?

_Não, sem problemas.

_ Você é o melhor filho do mundo sabia?

_ Você que é o melhor pai de todo o universo, te amo muito pai!

Meu pai aproximou seu rosto do meu e me deu um beijo em meus lábios não um selinho tão pouco um beijão de língua como na noite anterior, um beijo normal.

_ Desculpa o pai ter chegado daquele jeito ontem eu precisava relaxar um pouco tirar algumas coisas da cabeça.

_Eu sei pai te compreendo não deve ser fácil para o senhor.

_ Não esta mesmo e acho que isso esta mexendo com minha cabeça me fazendo pensar, coisas fazer...

Olhei para baixo e seu pau estava duro e com isso o meu também começou a crescer.

Ele olhou para baixo e disse:

_ È acho que estamos precisando mesmo de uma mulher kkk

_ Eu não.

Disse sem pensar, meu pai olhou para mim eu para ele abaixei a cabeça.

_Filho você é...

_ Desculpa pai

Disse eu me levantando da cama.

_ Não filho, calma não tem problema volta aqui.

Disse meu pai pegando em minha mão me puxando de volta para a cama.

_ Papai te ama do mesmo jeito!

Disse meu pai me dando um beijo na testa, estávamos deitados próximos um do outro ele pegou em meus braços acariciando os deu um beijo em uma bochecha na outro continuava a acariciar meu braço quando subiu seu corpo para cima do meu e me deu um beijo de língua na boca bem quente, sua língua procurando a minha me sugando suas mãos acariciando meu corpo. De repente ele para se afasta.

_ Desculpa filho perdi o controle.

_Não pai tudo bem eu gostei.

Ele olhou para mim novamente, eu acariciei seu rosto ele olhou nos meus olhos.

_ Você quer?

_ Sim.

Então meu pai voltou a me beijar e a acariciar meu corpo e eu o dele, não acreditava que aquilo estava sendo verdade, meu pai beijava meu pescoço, desceu para meu peito chupou meus mamilos me virou me colocando em cima dele e ele ficando por baixo eu passei a beijar seu peito que cheiroso que delicia aqueles mamilos pontudos  fui descendo beijando sua barriga ate chegar naquele delicioso cacete já duro feito rocha babando, lambi suguei chupei era a minha primeira vez com um homem, mas coloquei em pratica tudo que eu tinha visto em filmes e me imaginava fazendo e parece que estava sendo aprovado pois meu pai gemia de prazer depois de muito chupar seu pau ele me colocou de quatro e lambe meu cu lubrificou bem com saliva pegou um creme no guarda roupa me untou mais um pouco o cu colocou seu pau na entradinha e começou a forçar a entrada. Não foi fácil doía um pouco ele parava, voltava a tentar beijava minhas costas minha nuca dizendo para eu relaxar em meu ouvido foi numa dessas vezes ouvindo sua voz grossa sussurrando em meu ouvido que meu cu cedeu e sua cabeça entrou doeu, doeu muito o que fez meu cu travar de novo meu pai gemeu de prazer e eu de dor.

_ Calma filho relaxa, que o pior já passou.  Agora ser aso prazer.

Sentindo meu cu arder como brasa aos poucos fui tentando relaxar a cada relaxada mais meu pai enterrava seu pau logo ele estava totalmente dentro de mim eu respirava forte logo ele começou a tirar o que me aliviava relaxando mais meu cu ele voltava a enfiar logo esses movimentos de tirar e colocar foram se tornando mais rápidos e ritmados a dor já não existia mais um leve desconforto e uma ligeira queimação, mas dor não um tesão vinha crescendo dentro de mim, um calor intenso. Logo eu instintivamente estava rebolando na rola do meu pai ele gemia e suava em cima de mim agora eu já sentia muito prazer e queria que ele me fodesse mais e mais rápido, mudamos de posição ele me penetrou de frango assado, de lado , meio de lado com a perna em seu ombro essa foi a nossa melhor posição ele passou a foder mais rápido me beijava as vezes acelerou eu passei a bater uma punheta mais rápido ele gemia auto me dando ainda mais tesão não aguentei e gozei ele logo em seguida gozou, gozou muito enchendo meu cu de porra eu sentia aquele liquido quente me preencher ardendo de leve meu cu meu pai deitou sobre mim e ficamos assim um bom tempo quietinhos nos acariciando. Passamos o sábado todo assim.

Ainda não sei como será de agora em diante, mas sinceramente nem quero pensar nisso, passei tanto tempo desejando meu pai que agora que o tenho só para mim não quero pensar em mais nada. Só quero ser feliz.

 

Autor: Mrpr2

 

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