Apaixonadamente seu - 3 - Desagradável surpresa.

Apaixonadamente seu - 3 - Desagradável surpresa.

O fim de ano chegou e o pessoal do meu trabalho decidiu fazer uma comemoração em um bar da cidade, tentei recusar, mas acabei sendo convencido a ir, como poderíamos levar acompanhantes convidei Eliot, mas ele se recusou disse que não se sentiria a vontade além disso teria muito trabalho no dia do evento. Na véspera Eliot chegou em minha casa muito irritado devido uma reunião que teve no trabalho, tomamos um banho juntos, jantamos e ele acabou se acalmando um pouco depois que transamos enquanto eu estava deitado em seu peito acariciando seus pelos perguntei novamente se ele não gostaria de ir a festa de meu trabalho, novamente ele se irritou e disse que não iria e que na verdade eu também não deveria ir, começou a falar um monte de coisas e acabamos brigando nesta noite ele nem dormiu em minha casa foi embora irritado.

Acordei e me arrumei para ir ao trabalho, em meu celular inúmeras mensagens de Eliot pedindo desculpas, que eu deveria ir a confraternização e que me amava muito. Mandei mensagem de volta dizendo que o convite para ele ir continuava de pé e fui trabalhar. Do meu trabalho mesmo nos reunimos e fomos ao bar. O local era bem descontraído, um lugar foi reservado com o logo da empresa e cadeiras especialmente para nos. Comíamos e bebíamos e a cada momento as pessoas ficavam mais desinibidas por conta da bebida. Eu nunca fui de beber então permanecia em meu estado sóbrio. De repente olho para um determinado lugar e tenho a sensação de que reconheço alguém, mas meus óculos embaçados dificultam a imagem, retiro, limpo as lentes, mas quando volto a focar no local não o vejo mais.

Relaxo e tento aproveitar a confraternização, algumas amigas me chamam para dançar, tímido recuso, mas elas insistem e acabo aceitando. Estamos dançando ou melhor estou me mexendo ao som da musica quando um colega de trabalho se aproxima de mim, como o som esta alto ele vem me dizer o que queria em meu ouvido. Do nada alguém vem e o empurra tento ajudar meu amigo a se levantar, mas sinto meu braço ser puxado olho para o lado e vejo Eliot, completamente bêbado, transtornado gritando e xingando apontando o dedo para meu colega de trabalho que esta no chão se levantando enquanto ele me puxa pelo braço. Meus colegas de trabalho vem ao meu socorro, alguns seguram Eliot que fica ainda mais furioso.

Foi tudo muito rápido, raciocino e tento controlar Eliot que quer ir embora, ao mesmo tempo que não queria que ele fosse embora comigo não podia deixa lo ali, levo o embora pegando um taxi. Chegando em casa o carrego com dificuldade ate o banheiro ligo a agua fria e o deixo debaixo ele tenta sair, me puxar, mas com voz de autoridade mando que ele fique ali e se cure da bebedeira que eu iria fazer um café.

Faço um café e quando eu já ia levar Eliot chega por trás de mim me pegando pela cintura com uma toalha enrolada na cintura e os cabelos pingando agua me pedindo desculpas. Seu hálito ainda carregado me faz lembrar o que tinha acabado de acontecer.

_ Toma, bebe e amanha vá embora!

Digo a Eliot entregando o café em suas mãos e vou para meu quarto, pego uma coberta e um travesseiro volto e jogo no sofá e digo para que ele durma ali e não me incomode mais.

No outro dia acordo sentindo cheiro de café vou ate a sala e Eliot esta la com a mesa posta com varias coisas, bolo, torradas, queijo, café, suco e ate uma geleia de pimenta que amo. Vestido com uma roupa minha que ficou um pouco apertada Eliot ao me ver me pede desculpas, diz que não se controlou a ver aquele cara vir ao pe do meu ouvido.

_ O que você foi fazer la, disse que não ia?

_ Eu não ia, mas... estava tenso aconteceu coisas la no trabalho eu precisava conversar, vim aqui você não estava...

_ Você sabia que eu iria para a confraternização.

_ Sim eu sabia, só não lembrei no momento fui lembrar depois ao tentar te mandar mensagem então fui a um bar e depois decidi ir a seu encontro.

_ Por que não me ligou Eliot?

_ Eu queria fazer uma surpresa, fiquei te olhando de longe não queria estragar o momento com minhas angustias, comecei a beber e depois quando vi aquele cara pertinho de você...

_ Assim não da Eliot, você não era assim, cadê aquele cara por quem me apaixonei?

_ Sou eu, continuo o mesmo só que...

_ Não Eliot, não mesmo! Você anda irritado, bebendo...

_ Foi só desta vez amor, te prometo, nunca mais faço isso novamente.

_ Disse que não iria beber mais.

_ Me perdoa, por favor!

Me implorou chorando, não tive como não ceder. Sentamos comemos o delicioso café da manha e sentamos no sofá.

_ Tira essa roupa esta apertada.

_ Era a única que tinha na maquina de lavar, a minha estava molhada kkk

Eliot sentou no sofá e eu sentei entre suas pernas, me escorando em seu peito. Ficamos assistindo tv enquanto ele beijava minha cabeça, afagava meus cabelos. Senti algo me cutucando as costas, era seu cacete ficando duro, suas caricias mais intensas sua respiração, mais forte. Virei minha cabeça e nos beijamos lenta e intensamente.

Fomos para a cama Eliot se deitou e eu sobre ele, ficamos nos beijando e nos acariciando. Eliot foi abrindo minha bunda acariciando meu anel ate que me penetrou, cavalguei ate cansar deitei e ele me penetrou novamente agora de lado enquanto me fodia me beijava o pescoço, começou uma punheta para mim ate que comecei a gozar e com os movimentos do meu anus Eliot acabou gozando também e ficamos assim abraçadinhos ate mais tarde.

Os dias foram se passando a primeira semana, Eliot se comportou muito bem, carinhoso como sempre, me mandava inúmeras mensagens por dia, chegava em minha casa sempre com um sorriso no rosto, muito atencioso. Já na semana seguinte os problemas voltaram, começou a chegar tarde da noite em minha casa com hálito de quem havia bebido, mas negava e depois de muito aperto dizia ter tomado uma ou duas para relaxar, cada dia chegava mais tarde e cada vez mais bêbado. Passou a faltar ao trabalho, ganhava esporro e recebia reclamações além da pressão por bater metas cada vez mais altas e maiores eu tentava ajudar, mas era cada vez mais difícil, tentei ser mais tolerante, entender o problema, passei a brigar tentar pedir para ele reagir, mas cada vez era pior e eu já não sabia mais o que fazer.

Continua...

Autor: Mrpr2